Não permitam que o casamento caia na rotina. A mesmice é inimiga da boa convivência. Sair para passear, jantar ou almoçar fora, visitar parentes ou amigos, servir a Deus com responsabilidade e trabalhar são detalhes importantíssimos para um bom viver. Nunca esqueçam que o Senhor Jesus continua de mãos abertas para abençoar todos quantos o buscarem de coração.

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Os traumas ocorridos em qualquer fase da vida podem influenciar ou retardar o amadurecimento de uma pessoa. Isso ocorre principalmente quando não se consegue lidar com tais problemas, acabando por viver em um estado constante de ansiedade a respeito do futuro, como explica a psicóloga Debora Cristian Jorge. "O peso do passado traz essa ansiedade que afeta o futuro negativamente, porque o ansioso torna-se especialista em imaginar e antecipar sempre o pior. E, se tratando de traumas passados, acaba transferindo toda e qualquer frustração para os relacionamentos futuros", comenta. Uma pessoa que cresceu sem conhecer os pais pode se tornar uma pessoa cheia de complexos e inseguranças. A expectativa dessa pessoa, em relação ao casamento, é muito grande e quando ela se casa não consegue resolver grande parte dos problemas que surgem durante o dia-a-dia e isso acaba gerando brigas e discussões. Por si só, o outro acaba por achar que foi um erro casar-se com ela. Acaba se afastando, quando o que a pessoa mais quer é carinho e atenção. Agora veja quantos problemas pode acarretar uma pessoa que sofreu abusos quando criança. Essa pessoa certamente crescerá e não conseguirá se relacionar com o sexo oposto. Possivelmente poderá se tornar homossexual e dificilmente terá uma vida normal num casamento com o sexo oposto, pois o ato sexual pode ser frustrante a cada relação. Seja qual for o trauma sofrido no passado a melhor coisa é buscar ajuda profissional e orar pedindo a Deus que o livre dos traumas passados.

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Quem abusa do álcool também demora a se casar e, depois da união consolidada, divorcia-se mais rápido. Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, que analisou o consumo de bebidas e as relações matrimoniais de mais de 5 mil pessoas. Segundo o advogado Gustavo Bassini, vice-presidente da Associação Brasileira dos Advogados de Família (Abrafam), o abuso de álcool e outras drogas é um problema também para os casais. “É um dos principais motivos de divórcio. E, nos últimos quatro ou cinco anos, percebi um aumento de até 300% em casos desse tipo”, diz. Bassini conta que 25% dos casos de divórcio atendidos em seu escritório de advocacia estão relacionados ao consumo abusivo de álcool e drogas por um dos parceiros. Em 80% das ocorrências, o parceiro problemático é o homem. Em situações como essa, a separação acaba em briga judicial. “Após várias tentativas de curar o cônjuge e internações em clínicas, a mulher acaba desistindo do marido.” Então, entra com o pedido unilateral de divórcio e, muitas vezes, a outra parte nem responde ao processo. “Nessa fase, a pessoa não tem interesse em nada a não ser consumir a bebida”, destaca. “O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora, e todo aquele que neles errar nunca será sábio.” Provérbios 20:1. A melhor coisa a fazer então é evitar o consumo excessivo de álcool. Caso já tenha virado dependência o melhor é procurar ajuda profissional e orar.

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5. Ofereça opções

Ao conversar com seu cônjuge dê opções a ele e mostre-as. Existem clínicas que podem ajudar. Existe algo muito maior do que as clínicas: força de  e desejo de mudar. Isso é imbatível. Se seu cônjuge tiver consciência de que o vício está destruindo suas vidas por completo, família, trabalho, amizades e a saúde, então esta é uma ótima oportunidade para dar todo apoio e ambos lutarem juntos.

Porém, algumas questões devem ser consideradas por ambos, além de tudo o que já foi dito:

- Evite lugares que têm bebidas.
- Evitem festas.
- Procurem ajuda profissional.
- Apoiem-se um ao outro.
- Desabafem com carinho.

6. Compreenda para poder ajudar

Muitos daqueles que fazem uso do álcool carregam consigo algum problema ou fardo doloroso e difícil. Não se trata apenas de diversão, mas de uma fuga de algo que aprisiona e deteriora à medida do tempo.

Algumas pessoas sofreram abusos, maus tratos, violência doméstica, abandono, perda de um ente querido, depressão ou pode ter perdido algo que era de grande valor, sentimental ou material, e como fuga encontram no álcool a “libertação” momentânea para a dor. Alguns dizem que o álcool entorpece a angústia e o tira da realidade, porém quando passa traz tudo consigo à tona e de uma maneira muito pior, em forma de destruição geral! E aquela dor latente, ainda continua lá! Os problemas ainda existem. E agora mais um: o álcool é um lento suicídio além de matar as relações mais importantes da vida: a família.

É importante você como esposa ou esposo compreender os motivos reais desse “escape” na bebida. Lembre a seu cônjuge de que o problema não irá se resolver com isso, apenas complicará a situação. Ninguém tem boas ideias quando está sob o domínio do álcool, todo o corpo sofre, a coordenação motora, sensorial e percepção em geral é abalada e afetada. Uma pessoa sob o efeito do álcool não consegue e nem pode tomar uma decisão acertada, tanto é que vemos inúmeros acidentes automobilísticos causados pela embriaguez!

Além disso, se o vício já está estabelecido, a pessoa nem precisa ter um "motivo" para beber. A abstinência em si traz o desespero da necessidade da bebida.

7. Busque ajuda

Ajuda especializada e tratamento, grupos de ajuda e paciência. Existem muitas histórias de pessoas que largaram o vício, restabeleceram sua vida, preservaram sua família e estão vivas. Tenha esperança! Faça sua parte, mas conte com ajuda externa, você não precisa suportar tudo sozinho.

Você deve buscar ajuda para você também. Para a pessoa largar totalmente de um vício ela precisa mudar de ambiente, de amizades, de locais, de atividades. E você também precisará saber como agir com alguém tentando se recuperar, não apenas com um viciado. 

Autor/Fonte: familia.com.br/como-lidar-com-o-alcoolismo-de-seu-conjuge

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1. Não alimente o vício. Jamais

Vá comprar bebida a pedido de seu cônjuge! Se ele ou ela fizer chantagem emocional ou for ameaçador não se intimide, porque se a pessoa já se transforma quando ainda não está sob o efeito do álcool, imagine quando está! Saia de casa, dê uma volta, pegue na mão do cônjuge e ofereça para irem para algum ambiente salutar, uma igreja, uma capela ou um jardim. Aproveite essas ocasiões para conversar a respeito de que a bebida e o vício estão destruindo o relacionamento entre vocês e sua família. É preciso que ele acorde para a realidade.

2. Esteja preparado

Nunca se sabe o que pode acontecer quando uma pessoa está sob influência do álcool. Eu e meus irmãos já fomos deixados sozinhos ainda pequenos em uma praia sem nenhum responsável, sem saber o que fazer ou para onde ir. Lembro-me de chorar muito e, com certeza, por um milagre divino voltamos para casa seguros, mas não sem antes sentir o odor insuportável do álcool.

Portanto esteja preparado caso a pessoa viciada lhe abandone em algum local. Tenha seu celular carregado, algum dinheiro na carteira caso precise tomar um ônibus para voltar para casa. Se precisar de socorro ou se for parar em algum local desconhecido ligue para familiares e amigos.

3. Não use o vício do outro como desculpa para conseguir o que quer

Não se sente à mesa de bar com seu cônjuge, não ofereça algo que contenha álcool para ele, não use isso para se beneficiar de alguma forma, por exemplo: você sabe que seu esposo é alcoólatra e quando ele bebe fica mais “generoso” por assim dizer, brincalhão talvez. Mas também há momentos em que ele se torna violento e obsessivo. Não ache que será vantajoso deixá-lo bêbado só para conseguir algo em troca com maior facilidade. Esteja consciente que a bebida é destruidora, não adianta ter algo material se sua vida estiver em risco, até porque você nunca sabe o que pode acontecer num momento violento ou de perda de controle da outra parte!

4. Converse bastante e ore

Talvez você já tenha feito isso diversas vezes, mas conversar é necessário e orar ainda mais! Algo divino sempre acontece quando colocamos dobramos nossos joelhos e entregamos nosso coração a Deus. Obtemos resposta, direção e até milagres acontecem! Não estou dizendo que seu cônjuge vai se libertar do vício somente com a oração, orar é fundamental porque conseguimos ter auxílio do Senhor, conforto e direção, porém diversas outras mudanças devem ser feitas, inclusive da sua parte.
Talvez você seja casado com uma pessoa que vive sob influência do álcool, talvez seja um filho ou uma filha de um pai ou mãe alcoólatra. 
Seja como for, a realidade do álcool é:

- Ele destrói famílias.
- Ele afasta os entes queridos.
- Ele constrói muralhas no relacionamento interpessoal dos envolvidos.
- Ele leva à violência.
- Ele cria uma ilusão de um mundo turbulento e confuso.
- Ele maltrata tanto quem está sob este vício, como os demais.
- Ele prejudica a saúde mental, física e espiritual.
- Ele vicia e domina.

Eu sei o que é conviver com alguém que é dependente do álcool, sei que é doloroso, terrível e assustador, sei que machuca, magoa e causa sérias cicatrizes. 
Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverá empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25, Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança. A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos. Mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com frequência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados". O mentiroso pode frequentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam serem descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento. Caso você haja assim, ore e peça a Deus que te ajude a falar a verdade sempre e fazer com que seu amor volte a confiar em você. Não há nada melhor que o tempo para contornar esses problemas.

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A falta de diálogo no casamento pode provocar a falência múltipla de tudo o que foi construído ao longo da união.  Existem mulheres que não gostam de discutir nada com os maridos. Muitas vezes eles as procuram para conversar sobre assuntos inerentes ao casamento, problemas de trabalho, possíveis problemas de saúde, desejam trocar idéias sobre esses assuntos, e suas mulheres preferem a televisão, as amigas, ou qualquer outra coisa para evitar conversar com seus maridos. Isso é um péssimo sinal. Na verdade quando evitamos nossos maridos ou nossas esposas, algo muito sério está acontecendo nessa relação. É preciso que haja amizade entre marido e mulher. O amor tem que ser natural entre eles. Ambos devem gostar de estarem próximos um do outro. O diálogo deve estar presente o tempo todo, pois ambos precisam desabafar os acontecimentos do dia, seja no trabalho ou mesmo no lar, onde muitas coisas acontecem. Se, marido e mulher não puderem contar com eles mesmos como confidentes um do outro, como funcionará esse relacionamento onde ninguém sabe o que se passa no coração do outro? A infidelidade destrói o casamento, mas a falta de diálogo também pode levá-lo ao término. Maridos e esposas conversem com seus parceiros de jornada, e não permita que outras pessoas interfiram em suas vidas, só Jesus. “O meu amado é como uma macieira, comparado com outros jovens, ele é a árvore mais bonita do pomar. Tenho prazer de me sentar à sombra dele, como é gostoso o seu fruto.” “Sim, você é um lírio entre os espinhos, assim é minha amada entre as outras moças.” Cânticos 2.2-3. Ore para que Deus sempre proteja seu casamento. Lembre-se, muita oração, muito poder. Pouca oração, pouco poder.


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